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terça-feira, 4 de julho de 2017

Atividade: Balanceamento de Ração

Grupo Agro-IFTM

Ayonara Costa Alves
Giulyana Isabele Silva Tavares
Hugo Fagundes
Jackeliny Batista Amorim
João Paulo Rodrigues Vieira
João Vitor Lima
Paulo Eduardo Oliveira Franco
Walter Matheus Alves Ribeiro 

segunda-feira, 26 de junho de 2017

Atividade: Vitaminas e Minerais - AGRO IFTM

Atividade: Vitaminas e Minerais 



GRUPO AGRO - IFTM


Ayonara Costa Alves
Giulyana Isabele Silva Tavares
Hugo Fagundes
Jackeliny Batista Amorim
João Paulo Rodrigues Vieira
João Vitor Lima
Paulo Eduardo Oliveira Franco
Walter Matheus Alves Ribeiro 



segunda-feira, 12 de junho de 2017

             Atividade: Reflexão sobre a nutrição de lipídeos 



GRUPO AGRO - IFTM


Ayonara Costa Alves
Giulyana Isabele Silva Tavares
Hugo Fagundes
Jackeliny Batista Amorim
João Paulo Rodrigues Vieira
João Vitor Lima
Paulo Eduardo Oliveira Franco
Walter Matheus Alves Ribeiro 



Com o  trabalho proposto podemos perceber um valor agregado,pois gastamos um tempo discutindo sobre o assunto que já era de conhecimento do grupo, e as observações adicionadas veio para aumentar nosso conhecimento pertinentes a este assunto, possibilitando melhorar nossos resultados na atividade proposta. 
Gerando assim uma comunicação de informações,promovendo  um ambiente cooperativo, que possibilitou em outro momento estruturar  novas discussões sobre o assunto.

terça-feira, 6 de junho de 2017

Gordura na alimentação animal - Vídeo



GRUPO AGRO - IFTM


Ayonara Costa Alves
Giulyana Isabele Silva Tavares
Hugo Fagundes Rodrigues
Jackeliny Batista Amorim
João Paulo Rodrigues Vieira
João Vitor Lima Magalhães
Paulo Eduardo Oliveira Franco
Walter Matheus Alves Ribeiro





segunda-feira, 22 de maio de 2017

Carboidratos em Ruminantes

GRUPO AGRO - IFTM


Ayonara Costa Alves
Giulyana Isabele Silva Tavares
Hugo Fagundes
Jackeliny Batista Amorim
João Paulo Rodrigues Vieira
João Vitor Lima
Paulo Eduardo Oliveira Franco
Walter Matheus Alves Ribeiro 


Pergunta: Qual a influência dos carbonos não estruturais e o tipo de processamento do alimento na absorção de ácidos graxos de cadeia curta pelos ruminantes?


segunda-feira, 15 de maio de 2017

Respostas da atividade "PROTEÍNA PARA RUMINANTES"


GRUPO AGRO - IFTM

Ayonara Costa Alves
Giulyana Isabele Silva Tavares
Hugo Fagundes
Jackeliny Batista Amorim
João Paulo Rodrigues Vieira
João Vitor Lima
Paulo Eduardo Oliveira Franco
Walter Matheus Alves Ribeiro 


Depois de varias discussões sobre o assunto abordado no texto indicado pelo professor chegamos as seguintes respostas:

1) O que o grupo entende quando dizemos que há 4 tipos de dietas: dieta formulada, dieta carregada/misturada, dieta distribuída/fornecida e dieta consumida/digerida pelos animais?
Dieta Formulada: necessidade do animal; tabelas de exigências nutricionais;
Dieta Carregada/misturada: mistura dos alimentos prescritos pelo profissional;
Dieta distribuída/fornecida: alimento que é realmente fornecido ao animal;
Dieta ingerida/consumida: alimento que será realmente consumido pelo animal; nem todo alimento ingerido é consumido.


2) Quais os pontos críticos de controle (PCC) em cada etapa?
Dieta Formulada: Interpretação dos dados das tabelas de exigência nutricional;
Dieta Carregada/misturada: Quantidade em excesso ou falta de ingredientes;
Dieta distribuída/fornecida: Obstáculos durante o transporte resultando numa perda de ingredientes; Mão de obra;
Dieta ingerida/consumida: Agentes contaminantes no alimento.

3) O que o nitrogênio ureico do leite (NUL) nos ajuda nesse processo?
O NUL nos ajuda a identificar se a concentração de proteínas na alimentação é adequada.

4) Porque o conceito de proteína bruta (PB), atualmente, não representa adequadamente o uso da proteína pelos ruminantes?
Proteína bruta atualmente é dividida em PDR (proteína degradável no rumem) e PNDR (proteína não degradável no rumem).

5) Como o uso eficiente da PDR está intimamente relacionado com o balanço de energia, vitaminas e minerais?
No caso do balanço de energia a PDR consumida aumenta a quantidade de energia utilizada para excreção. No caso das vitaminas e minerais o consumo de PDR interfere em sua metabolização.

6) Explique como a PNDR interfere na produção de Pmic?
Conforme a PNDR aumenta, a PDR diminui na alimentção. Como a PDR é utilizada na produção de amônia, a Pmic é prejudicada com o aumento da PNDR, pois a amônia é utilizada na produção de Pmic.

7) Na escolha de um alimento para ruminantes, qual o nutriente mais importante? PDR ou PNDR? Porquê?
Nenhum, os dois nutrientes são importantes. O equilíbrio entre eles é que determina a qualidade da produção de leite e outras atividades metabólicas.

8) Como os valores de NUL podem ser influenciados pela PDR e pela PNDR?
O NUL é influenciado pelo PNDR, pois o excesso ou a falta resulta no aumento da excreção de nitrogênio, também na forma de ureia. Portanto, os valores de nitrogênio uréico no plasma e no leite são muito correlacionados, possibilitando o NUL como forma de avaliar o status proteico no organismo do animal. Já a influência da PDR, se dá pelo excesso da mesma, assim não terá micro-organismos suficientes para metabolizar a amônia, daí essa amônia vai para o fígado, que é transformada em ureia, e é exportada para o leite.

9) Como os fatores “condições de rebanho, clima, dieta e manejo” interferem nos valores de NUL? De exemplos.
Condição de rebanho: fatores como ração, produção de leite, estagio de lactação, alteram a concentração de NUL, pois esses condições alteram o estado fisiológico e metabólico do animal. 
Clima: Influencia na qualidade da planta produzida, que será o futuro alimento do animal; também pode causar estresse térmico, diminuindo a produção e o rendimento do animal.

10) Explique a afirmação: “Enquanto a produção de leite apresentou associação positiva com NUL, a do teor de proteína do leite foi negativa, o que quer dizer que quando o teor de proteína do leite subiu o NUL caiu e vice-versa”.
A amônia é utilizada para metabolização da ureia e proteína, portanto, se uma aumentar, consequentemente a outra diminui e vice-versa.

Referências:
https://www.milkpoint.com.br/radar-tecnico/nutricao/nutricao-de-precisao-como-o-nul-pode-ajudar-na-formulacao-de-dietas-mais-precisas-103999n.aspx

quinta-feira, 27 de abril de 2017

Produção e Edição de Vídeo



GRUPO AGRO - IFTM

Ayonara Costa Alves
Giulyana Isabele Silva Tavares
Hugo Fagundes
Jackeliny Batista Amorim
João Paulo Rodrigues Vieira
João Vitor Lima
Paulo Eduardo Oliveira Franco
Walter Matheus Alves Ribeiro 



VÍDEO - COCCIDIOSE EM AVES - NUTRIÇÃO ANIMAL


O vídeo teve como objetivo apresentar um resumo dos estudos sobre a coccidiose em aves. Este vídeo teve a intenção de dissertar sobre a “INFLUÊNCIA DOS ANTICOCCIDIANOS IONÓFOROS SOBRE O GRAU DE UMIDADE NO MÚSCULO PEITORAL DE FRANGOS DE CORTE”, trabalho este apresentado como requisito à obtenção de grau Mestre em Ciências Veterinárias, de Maria José Dutra.


Referências:

INFLUÊNCIA DOS ANTICOCCIDIANOS IONÓFOROS SOBRE O GRAU DE UMIDADE NO MÚSCULO PEITORAL DE FRANGOS DE CORTE - http://acervodigital.ufpr.br/bitstream/handle/1884/28808/D%20-%20MARIA%20JOSE%20DUTRA.pdf?sequence=1

Coccidiosis in Chickens, Poultry Diseases Symptoms, Eimeria Infection & Treatment - https://www.youtube.com/watch?v=xHz2l5UdKWo - Field Vet Channel - Visitado em: 25/04/2017

Coccidiosis In Chickens - https://www.youtube.com/watch?v=SaL2ZO-iWXk - KeepingChickens Channel - Visitado em: 25/04/2017

Dead Silence Soundtrack - https://www.youtube.com/watch?v=Wfp2KkDioi8&feature=youtu.be




segunda-feira, 24 de abril de 2017

Resumo elaborado da discussão em sala

Resumo elaborado da discussão em sala

Ayonara Costa Alves
Giulyana Isabele Silva Tavares
Hugo Fagundes
Jackeliny Batista Amorim
João Paulo Rodrigues Vieira
João Vitor Lima
Patrick Araujo Franco
Paulo Eduardo Oliveira Franco
Walter Matheus Alves Ribeiro 



  • Grupo: Agro - IFTM


I) Frango de corte - Tema abordado: Exigência nutricional de frango de corte



- A quantidade de cálcio oferecido na alimentação de frangos de corte durante o período de crescimento é mais relevante, pois é nessa fase em que há a formação e desenvolvimento de ossos. 

- Se bem manejada a quantidade cálcio na alimentação, pode-se obter frangos com tamanho e peso superiores a frangos que sofrem de deficiência de cálcio. Além disso nota-se resistência de ossos superior em frangos com alimentação adequada de cálcio durante a fase de crescimento quando comparado a frangos que receberam a quantidade de cálcio necessária na alimentação apenas na fase de terminação.

- A quantidade lisina oferecida na alimentação do frango de corte é menos relevante na fase de terminação, pois nessa fase não ocorre mais a formação e desenvolvimento de músculos, pois é o processo no qual a proteína atua.

- A concentração de lisina na alimentação na fase de crescimento do frango de corte pode ainda gerar também ganho de peso ao animal quando ocorre no valor adequado.



  • Grupo: Mineiro


II) Gado de corte - Tema abordado: Digestibilidade simulada

- In vitro ocorre a simulação do rumen com coletas para o desenvolvimento;

- A vitamina A para os bovinos de corte é obtida pelo capim verde, disponivel em maior quantidade em tempos de chuvas. Durante o periodo chuvoso não há necessidade de acrescentar vitamina A em sua alimentação (ração);

- A deficiência de vitamina A pode causar a cegueira noturna;

- O alimento utilizado pelo bovino pode ser transformado em energia bruta ou energia metabolizada.



  • Grupo: Canchim


III) Equinos - Tema abordado: Digestão de fibra no intestino grosso

- No intestino grosso ocorre maior parte da digestão de fibras;

- Come em pequena quantidade porém frequentemente;

- Se o alimento conter uma pequena quantidade de fibra ocorre uma retenção de gases no intestino, levando o animal a uma doença chamada timpanismo;

- A concentração ideal de fibras na alimentação é de 50%.



  • Grupo: One Woman


IV) Gado de leite - Tema abordado: Exigência nutricional de gado leiteiro

- O NRC é um grupos de pesquisadores que estão em busca de novas tecnologias para aumentar a produtividade;

- A molécula 7-hidrocolesterol é transformada em vitamina D pró-ativa através do contato com a radiação eletromagnética que tem seu comprimento de onda no espectro visível (luz);

- A vitamina D pró-ativa é transformada em vitamina D ativa;

- A deficiência de vitamina D ativa causa raquitismo.



  • Grupo: Nutri-Agro


V) Ovinos - Tema abordado: Exigência nutricional de gado leiteiro

- O animal obtém energia bruta através da alimentação de matéria seca;

- A energia bruta pode ser dividida em três maneiras;

- A matéria seca é de onde os ovinos retiram as vitaminas, proteínas e carboidratos.



  • Grupo: Agrosilo 

VI) Gado de corte - Tema abordado: Conversão alimentar em gado de corte

- Todo alimento ingerido pelo gado de corte é convertido em energia bruta;

- Parte da energia bruta é classificada em energia metabolizável, outra parte é gasta na produção de urina e gases;

- Parte da energia metabolizável é classificada em energia líquida, outra parte é gasta em fermentação, digestão e outros processos metabólicos;

- Parte da energia líquida é gasta em mantença, outra parte é gasta em produção.

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segunda-feira, 3 de abril de 2017

Produção de Vídeos e Fotografias


Produção de Fotografias



AGRO - IFTM


Ayonara Costa Alves
Giulyana Isabele Silva Tavares
Hugo Fagundes
Jackeliny Batista Amorim
João Paulo Rodrigues Vieira
João Vitor Lima
Patrick Araujo Franco
Paulo Eduardo Oliveira Franco
Walter Matheus Alves Ribeiro 


Foto 1: Família de caprinos. Setor de caprinocultura em IFTM - Campus Uberlândia. Arquivo pessoal.


Foto 2: Coelho se alimentando de ração peletizada. Setor de cunicultura em IFTM - Campus Uberlândia. Arquivo pessoal.

Foto 3: Aves de postura se alimentado. Setor de avicultura de postura em IFTM - Campus Uberlândia. Arquivo pessoal.

Foto 4: Bovino em área de pastagem. Pastagem em IFTM - Campus Uberlândia.  Arquivo pessoal.


Foto 5: Suínos se alimentando. Setor de suinocultura em IFTM - Campus Uberlândia. Arquivo pessoal.

Foto 6: Silo para armazenamento. Setor de produção de ração em IFTM - Campus Uberlândia. Arquivo pessoal.

quinta-feira, 9 de março de 2017

Composição Bromatológica dos Alimentos

Composição Bromatológica 

AGRO - IFTM


Ayonara Costa Alves
Giulyana Isabele Silva Tavares
Hugo Fagundes
Jackeliny Batista Amorim
João Paulo Rodrigues Vieira
João Vitor Lima
Patrick Araujo Franco
Paulo Eduardo Oliveira Franco
Walter Matheus Alves Ribeiro


Figura 1: Composição Bromatológica dos Alimentos.



Figura 2: Mapa Mental.


Referências

Disponível em Du Ponnt Pionner: http://www.pioneersementes.com.br/milho/silagem/analise-bromatologica. Acesso em: 09 de março de 2017. 

domingo, 5 de março de 2017

PRODUÇÃO DE SILAGEM


          Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia
        Triângulo Mineiro (IFTM) Campus Uberlândia
         Rodovia Municipal Joaquim Ferreira, Fazenda Sobradinho. s/n. Zona Rural
           Cx. Postal 1020 – CEP 38400-970, Uberlândia – MG
            Telefone: (34) 3233-8800 / Fax: (34) 3233-8833




ENGENHARIA AGRONÔMICA
NUTRIÇÃO ANIMAL - RELATÓRIO




Ayonara Costa Alves
Giulyana Isabele Silva Tavares
Hugo Fagundes
Jackeliny Batista Amorim
João Paulo Rodrigues Vieira
João Vitor Lima
Patrick Araujo Franco
Paulo Eduardo Oliveira Franco
Walter Matheus Alves Ribeiro





        PRODUÇÃO DE SILAGEM



Introdução
Na produção de silagem, deve-se levar em consideração o tamanho da partícula, pois o tamanho desta influencia no produto final, no valor necessitado de potência da colhedora e até mesmo no valor nutricional, interferindo no consumo voluntário e consequentemente no desempenho do animal(GALE & KNIGHT, 1979).
O tamanho médio de partículas considerado ideal poderá ser obtido pela colheita da planta em estádio de maturidade adequado e através do processamento físico exercido pela colhedora de forragens sendo, nesse caso, fundamental a manutenção de afiação e posicionamento do conjunto de facas.
Pode-se melhorar o processo de consevação da silagem através da picagem e condicionamento mecânico, que permite melhor acomodação do material dentro do silo, diminuindo a fase aeróbica do processo de ensilagem (LAVEZZO, 1985).
Existe grande variabilidade e diferentes metodologias para a mensuração do tamanho médio das partículas. Em 1996 um grupo de pesquisadores, chefiados pelo Dr. Jud Heinrichs, da Universidade do Estado da Pensilvânia (EUA), desenvolveram o sistema chamado de Penn State Particle Size Separator que se constitui em um sistema de bandejas perfuradas com orifícios de diferentes diâmetros que separam percentualmente a forragem estratificada após a movimentação do conjunto.
Cada bandeja possui perfurações com um diferente diâmetro; a primeira bandeja retém partículas com diâmetro superior a 19 mm, a segunda bandeja retém partículas com diâmetro entre 7,8 e 19 mm e a terceira e última bandeja, com fundo fechado, retém partículas com diâmetro inferior a 7,8 mm. Depois de separadas, as quantidades são anotadas em uma planilha e através de uma distribuição estatística logarítmica do tipo Weibull é calculado o tamanho médio das partículas da silagem.
O método foi desenvolvido para ser trabalhado principalmente com silagem de milho e sistemas de arraçoamento total (volumoso + concentrado) à base de silagem de milho. O método foi largamente utilizado tanto nos EUA quanto em outros países com boa aceitação (IGARASI, 2002).

Objetivo

            A aula foi desenvolvida com intuito de instruir sobre os processos da produção de ensilagem do milho, desde a coleta das amostras no campo, ponto certo da cultivar (milho) para realizar o procedimento, manejo correto da colheita analisando fatores climáticos e relevo, o transporte da matéria processada, e a análise do tamanho médio de partículas por meio do sistema Penn State Particle Size Separator a fim de analisar qual a melhor granulometria e identificar o peso da matéria seca.

Materiais

- Ensiladeira;
- Trator;
- Foice;
- Balança;
- Peneira granulométrica;
- Estufa;
- Saco plástico;
- Saco de papel.


Procedimentos

- Colheram-se seis pés de milho e levamos até a ensiladeira para serem picados. Após o corte, armazenou-se o material em saco plástico;
- Utilizou-se a peneira granulométrica para verificar se os tamanhos das partículas estavam dentro do padrão recomendado;
- Balançou-se a peneira 5 vezes de cada lado, repetindo o movimento uma vez. Pesou-se o material de cada peneira separadamente para calcular a proporção da peneira granulométrica;

- Pesou-se 300g do material, que foi deixado na estufa por 24h para cálculo da matéria seca.

Resultados

            Conforme a tabela abaixo é possível observar que as porcentagens obtidas não satisfizeram a porcentagem ideal.


PENEIRAS
PESO (Kg)
PORCENTAGEM
REFERÊNCIA
0,158
37,26%
3 – 8%
0,120
28,30%
45 – 65%
0,060
14,15%
30 – 40%
0,086
20,28%
< 5%
Total
0,424
100%

Tabela 1: Comparação entre as porcentagens obtidas e a porcentagem ideal.


PESO AMOSTRA INICIAL
PESO APÓS 24H NA ESTUFA
300g
170,11g
Tabela 2: Teor de matéria seca.

         
Figura 1: Após a amostra ficar 24h na estufa, determinou-se 56% de matéria seca (MS).


Conclusão

A partir dos cálculos observamos a desproporção. Esse fato ocorreu devido à máquina parada, e a forma como era colocada a planta no local de corte. Para um experimento com maior precisão é necessário nos aproximar da realidade de campo, levando em consideração a quantidade de plantas cortadas, velocidade de corte, afiação das facas e velocidade do vento para evitar grandes perdas.


Referências

GALE, G.E.; KNIGHT, A.C. Apparatus and procedure for the accurate assessment of forage chop lenght. In: CONFERENCE ON FORAGE CONSERVATION IN THE 80.,

London, 1979. Proceedings. London: British Grassland Society, 1979. p.335 – 338.

IGARASI, M.S. Controle de perdas na ensilagem de capim tanzânia (Panicum maximum Jacq. cv. Tanzânia) sob os efeitos do teor de matéria seca, do tamanho de partícula, da estação do ano e da presença do inoculante bacteriano. Piracicaba, 2002. 152p. Dissertação (Mestrado) – Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz”, Universidade de São Paulo.


KRAUS, T.J.; KOEGEL, R.G.; STRAUB, R.J. ET AL. Leachate conductivity as index for quantifying level of forage conditioning. In: ASAE ANUAL INTERNATIONAL METTING. Minneapolis, 1997. Proceedings. Minneapolis: ASAE, 1997. Paper 971100.


LAVEZZO, W. Silagem de capim elefante. Informe Agropecuário, v.11, p.132, 1985.

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

AULA PRÁTICA - INGREDIENTES


Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia
Triângulo Mineiro (IFTM) Campus Uberlândia
Rodovia Municipal Joaquim Ferreira, Fazenda Sobradinho. s/n. Zona Rural
Cx. Postal 1020 – CEP 38400-970, Uberlândia – MG
Telefone: (34) 3233-8800 / Fax: (34) 3233-8833



ENGENHARIA AGRONÔMICA
NUTRIÇÃO ANIMAL - RELATÓRIO



Ayonara Costa Alves
Giulyana Isabele Silva Tavares
Hugo Fagundes
Jackeliny Batista Amorim
João Paulo Rodrigues Vieira
João Vitor Lima
Patrick Araujo Franco
Paulo Eduardo Oliveira Franco
Walter Matheus Alves Ribeiro
  



Uberlândia-MG
2017




INGREDIENTES

       A seleção de ingredientes para a formulação de dietas para animais em geral requer o conhecimento prévio dos coeficientes de digestibilidade aparente da energia e nutrientes. (PEZZATO et al., 2009)
         O objetivo foi verificar todos os ingredientes disponíveis para a formulação das rações utilizadas nos diferentes setores disponíveis na fábrica de ração do Instituto Federal do Triângulo Mineiro.
         Os ingredientes são classificados como, alimentos energéticos ou basais, suplementos proteicos, suplementos vitamínico e suplemento mineral.
         Os principais ingredientes são classificados da seguinte forma, de acordo com a Classificação Internacional de Alimentos:

  • Farelo de milho: Alimento energético ou basal;
  • Farelo de soja: Alimento energético ou basal;
  • Farelo de trigo: Alimento energético ou basal;
  • Sal mineral: Suplemento mineral;
  • Calcário: Suplemento mineral;
  • Núcleo: Suplementos protéicos / Suplemento mineral e Suplementos vitamínico;
  • Açúcar: Alimento energético ou basal;
  • Óleo de soja: Alimento energético ou basal;
  • Sal comum: Alimento energético ou basal.

            Aves
            Os principais ingredientes na formulação de ração de aves:

          - Frango pré-inicial: milho, farelo de soja e micronutrientes (NN CORTE INICIAL AE);

          - Frango inicial: milho, farelo de soja e micronutrientes (NN CORTE INICIAL AE);

         - Frango crescimento: milho, farelo de soja e micronutrientes (NN CORTE CRESCIMENTO);  

          - Frango terminação: milho, farelo de soja e micronutrientes (NN CORTE FINAL).


Figura 1. Ficha de mistura para frangos em fase pré-inicial.


Figura 2. Ficha de mistura para frangos em fase inicial.


Figura 3. Ficha de mistura para frangos em fase de crescimento.


Figura 4. Ficha de mistura para frangos em fase de terminação.


            Bovinos
            Os principais ingredientes na formulação de ração de bovinos:

          - Bezerro: milho, farelo de soja, farelo de trigo e micronutrientes (RUMINÚCLEO START);

          -  Vaca secamilho, farelo de soja e micronutrientes (RUMINÚCLEO RM 40);


Figura 5. Ficha de mistura para bezerros.


Figura 6. Ficha de mistura para vaca seca.


            Suínos
            Os principais ingredientes na formulação de ração de suínos:

          - Suíno pré-inicial: milho, farelo de soja e micronutrientes (NN PRÉ-LEITÃO 4000);

          - Suíno inicial 1milho, farelo de soja, açúcar e micronutrientes (NÚCLEO INICIAL I);

          - Suíno inicial 2: milho, farelo de soja e micronutrientes (NN LEITÃO 500);

          - Suíno crescimento: milho, farelo de soja e micronutrientes (NÚCLEO CRESCIMENTO);

      - Suíno gestação: milho, farelo de soja, farelo de trigo e micronutrientes (NN SUÍNOCRIA GESTAÇÃO);

          - Suíno terminação: milho, farelo de soja e micronutrientes (NN SUÍNOCEVA TERM.).




Figura 7. Ficha de mistura para suíno pré inicial.
       

Figura 8. Ficha de mistura para suíno inicial 1.


Figura 9. Ficha de mistura para suíno inicial 2.


Figura 10. Ficha de mistura para suíno crescimento.


Figura 11. Ficha de mistura para suíno gestação.


Figura 12. Ficha de mistura para suíno terminação.

MAQUINÁRIO

Figura 13. Triturador de sementes.


Figura 14. Balança para pesagem dos ingredientes.


Figura 15. Depósito de milho.


Figura 16. Carreta graneleira para transporte.


Figura 17. Misturador de ingredientes.


Figura 18. Silo para armazenamento de grãos.


Figura 19. Silo para armazenamento de ração.

CONCLUSÃO

            Para a produção de ração, necessita-se de conhecimento prático e tecnológico. Além de equipamentos adequados e ingredientes de qualidade. 

REFERÊNCIA

PEZZATO, Luiz Edivaldo; BARROS, Margarida Maria; FURUYA, Wilson Massamitu. Valor nutritivo dos alimentos utilizados na formulação de rações para peixes tropicais. Revista Brasileira de Zootecnia, p. 43-51, 2009.